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Mercado de TI: sobram vagas e faltam profissionais


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Nos últimos anos, a área de TI tem experimentado um crescimento exponencial, impulsionado pela rápida evolução tecnológica e pela transformação digital que empresas e organizações de todos os setores estão enfrentando. Uma projeção da consultoria IDC Brasil trouxe o prognóstico de que o mercado desse setor deve crescer 5% no Brasil neste ano em relação a 2022, chegando a US$ 80 bilhões.


Apesar desse crescimento excepcional e promissor, existe um grande desafio que segue aumentando na mesma proporção: a escassez de profissionais qualificados para preencher as vagas disponíveis nas empresas.


O mercado de trabalho em TI está em constante expansão, com novas oportunidades surgindo a todo momento. Com atuações voltadas desde a área de desenvolvimento de software até segurança da informação, passando por análise de dados e inteligência artificial, a demanda por profissionais especializados nunca foi tão alta. No entanto, o número de candidatos com as habilidades e conhecimentos necessários para ocupar essas funções não tem acompanhado esse ritmo.


Para se ter uma ideia do abismo entre as oportunidades de mercado e candidatos para preencherem essa lacuna, recentemente o google divulgou um estudo (Panorama de talentos em tecnologia), produzido em parceria com a Associação Brasileira de Startups (Abastartups), que mostra que o Brasil terá um déficit de 530 mil profissionais na área de Tecnologia da Informação até 2025.


De acordo com o relatório, anualmente, 53 mil profissionais irão se formar entre 2021 e 2025, mas a demanda por novos profissionais nesse intervalo será de 800 mil, segundo a associação das empresas de tecnologia, a Brasscom. Um desequilíbrio preocupante entre oferta de trabalho e talentos disponíveis.


Os problemas dessa lacuna de profissionais

Esse déficit de funcionários qualificados em TI traz consequências significativas para as empresas e para a economia como um todo. Muitas organizações enfrentam dificuldades para encontrar profissionais que atendam aos requisitos específicos das vagas abertas, o que resulta em processos de contratação prolongados e até mesmo em projetos atrasados. Além disso, a falta de mão de obra qualificada pode limitar o potencial de inovação e crescimento das companhias, colocando em risco a competitividade no mercado.


Na edição passada da nossa Newsletter, abordamos sobre a necessidade de as empresas realizarem o quanto antes a migração do ERP (Sistema de Gestão Empresarial) ECC 6.0 para o SAP S/4HANA. Entre as principais preocupações relacionadas a esse movimento estava a questão de profissionais qualificados na tecnologia SAP S/4HANA. Quanto menos profissionais no mercado de trabalho, mais caro e concorrido ficam serviços, manutenções e processos de ferramentas essenciais para o dia a dia das companhias.


E não são apenas as empresas que sofrem impactos negativos pela falta de profissionais no mercado de trabalho. Em um contexto de equipes enxutas, vagas abertas e grande demanda de projetos, os profissionais que já estão trabalhando correm risco de se verem em posição de maior pressão por entregas, carga desproporcional de trabalho e queda de desempenho profissional — fatores que influenciam diretamente na qualidade de vida do colaborador.


O que fazer para mudar esse cenário?

Diante dessa situação, é necessário somar forças para mudar o sentido desse movimento. Uma forma de fazer isso é investir em programas de capacitação e formação de novos talentos em TI. É preciso estimular o interesse dos jovens pela área, desde o ensino básico até o ensino superior, e promover iniciativas que facilitem a transição de carreira para profissionais de outros setores que desejam ingressar no universo de TI.


Hoje, além das instituições e caminhos tradicionais de formação da área da tecnologia e informação, existem organizações especializadas em ensino de soluções de TI que podem capacitar profissionais a ingressarem no mercado. A Academia SAP, plataforma licenciada da multinacional alemã, e a Moovi Education, projeto de ensino à distância focado em tecnologia aplicada no mercado, são duas opções que oferecem cursos técnicos e completos, do básico ao avançado.


Outra abordagem importante é incentivar a colaboração entre empresas (iniciativa privada), instituições de ensino, pequenos grupos que estão se juntando para ajudar a capacitar pessoas em tecnologia e governos para desenvolver programas de capacitação mais eficazes e alinhados com as necessidades do mercado. Isso pode envolver parcerias para a criação de cursos, estágios remunerados, programas de mentoria e outras iniciativas que facilitem a entrada e a permanência de profissionais qualificados no mercado de trabalho em TI.


Essas são algumas possibilidades que podem auxiliar na (longa) jornada de mudança desse cenário atual, sempre colocando a educação como o pilar fundamental para ser o ponto de partida da transformação.

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